Numa conversa livre em que queria filmar-te para toda a eternidade, sentado com pernas à chinês na mesa da nossa varanda, surpreendeste-me (como aliás sempre) pela escolha de um vocabulário rico e denso, tão longe de um menino de três anos (a caminho do meio...):
- Sabes mamã esta não é propriamente a nossa casa.... (a propósito de uma longa dissertação sobre a casa de cima e do prédio gigante que se avista no horizonte)
- Aquele avião não tem asas por isso desiquilibrou-se e caiu...
- Há aviões que não têm asas: os helicópteros!
E eu voo e sorrio com ou sem asas a teu lado.
http://www.youtube.com/watch?v=iM3ymLH3VAo
Sunday, June 30, 2013
Desfralde num passe de magia
E assim, como num passe de magia, deixámos as fraldas e trouxeste-nos um orgulho imensurável em ti. Nas tuas capacidades, nas tuas convições, na tua força.
A escola deu o mote ao pedir que te apresentasses de cuecas e ao colocar-te no bacio de hora a hora. Nós continuámos em casa e tu fizeste o resto.
Avisas, pedes o bacio e, nos últimos dias, o redutor que colocas sabiamente na sanita.
Eu canto uma música quando tu consegues e saltamos juntos. Tu ris a olhar para mim quando sentes que consegues. E eu sorrio num orgulho desmedido enquanto mentalmente arrumo fraldas de pano e fraldas descartáveis em mais uma mala para o sótão. No mesmo onde um mundo de bébé já está encerrado.
A escola deu o mote ao pedir que te apresentasses de cuecas e ao colocar-te no bacio de hora a hora. Nós continuámos em casa e tu fizeste o resto.
Avisas, pedes o bacio e, nos últimos dias, o redutor que colocas sabiamente na sanita.
Eu canto uma música quando tu consegues e saltamos juntos. Tu ris a olhar para mim quando sentes que consegues. E eu sorrio num orgulho desmedido enquanto mentalmente arrumo fraldas de pano e fraldas descartáveis em mais uma mala para o sótão. No mesmo onde um mundo de bébé já está encerrado.
Torradas pintadas
Fiz torradas esta manhã e deixei que tostassem até queimar.
Olhas-te para elas e questionaste:
- porque as pintaste mamã?!
(...)
Olhas-te para elas e questionaste:
- porque as pintaste mamã?!
(...)
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