E assim, como num passe de magia, deixámos as fraldas e trouxeste-nos um orgulho imensurável em ti. Nas tuas capacidades, nas tuas convições, na tua força.
A escola deu o mote ao pedir que te apresentasses de cuecas e ao colocar-te no bacio de hora a hora. Nós continuámos em casa e tu fizeste o resto.
Avisas, pedes o bacio e, nos últimos dias, o redutor que colocas sabiamente na sanita.
Eu canto uma música quando tu consegues e saltamos juntos. Tu ris a olhar para mim quando sentes que consegues. E eu sorrio num orgulho desmedido enquanto mentalmente arrumo fraldas de pano e fraldas descartáveis em mais uma mala para o sótão. No mesmo onde um mundo de bébé já está encerrado.

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