Chamas-lhe "manecas". Sem ninguém o sugerir. Sem ninguém o mencionar. Sem o teres ouvido antes.
Procura-lo amiúde e ecntras-te nele.
Dás-lhe inúmeros beijos sem te cansar e és de um carinho absolutamente enternecedor.
Trata-lo na terceira pessoa e deleitas-me com o teu inigualável: "você"....
Vais buscar a chupeta, a fralda, os meus discos na hora de amamentar. Dás inúmeros beijos.
Toca-lhes na cabeça e, por vezes, não medes a força ao abaná-lo. Dás inúmeros beijos. Espreita-lo. Gostas de o ver rir e imitas o teu pai ao exclamar: "você tá-se a rir todo?!". Deleitas-te com os punzinhos e quando ele faz cocó (afinal a fase interminável do xixi e cocó ainda não desapareceu). Dás inúmeros beijos. Falas com ele. Perguntas o que tem quando chora. Ajudas a mudar a fralda. Queres sempre ver tudo o que lhe fazemos e vais buscar qualquer banco para te empoleirares e veres o cenário todo. Dás inúmeros beijos. Empurras o carrinho dele e ris-te desalmadamente quando, prepositadamente, vais contra as portas. Cantas comigo (ou mesmo sózinho) uma música de embalar quando ele chora e nunca te queixas do choro dele. Dás inúmeros beijos. Brincas com ele. Mostra-lhes objectos e acena-las com a mão para o tentar sossegar. Dás inúmeros beijos.
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